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Sexta-feira, 23 de Janeiro 2026
Não somos engajados

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Não somos engajados

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Nós latinos de forma geral, passamos por momentos difíceis em nossos países pois ainda não aprendemos a agir e pensar na coletividade, ainda somos um povo “umbiguista”, que pensa e age de forma individualista.   Mas como assim? Com tantas organizações sociais e voluntários espalhados por aí e você vem me dizer que somos individualistas?   Sim cara pálida, estou dizendo isto e vou apresentar o MEU ponto de vista.   Mesmo com tantas OSC’s e voluntários na américa latina, somos um povo que ainda pensa em si em primeiro lugar, não está errado, mas a forma que pensa está. Confuso? Espera.   Está correto pensarmos em nós em primeiro lugar, instituo de sobrevivência natural e necessário, mas como nossos atos individuais podem afetar de forma positiva ou negativa a sociedade onde estamos inseridos, esta é a chave para sairmos do individual e passar para o coletivo.   O trabalho voluntário, que é nossa pauta eterna, fazemos de forma individual na maioria das vezes, mas se nos colocamos a disposição da causa de verdade, ajudamos a trazer mais voluntários, mais pessoas para conhecerem a causa, nos tornamos coletivos.   Quando realizamos nossa atividade voluntária sozinhos e não espalhamos esta “boa nova” nos tornamos individualistas (com o mérito de ser voluntário).   As OSC’s (ONG), quando guardam seus projetos para si e não compartilha do seu sucesso, não expande os horizontes para trazer mais parceiros, não trata da causa como algo exclusivo seu e que ninguém mais pode fazer ou faz, é individualista e quando faz o inverso, cresce, pois, traz para o coletivo.   Nossa geração está se esfacelando, pela política partidária ruim que temos, pelos péssimos exemplos de políticos e governantes que temos, mas ainda nos resta o nosso senso de coletivo, onde todos deveríamos ser melhores, desde que juntos. Nossa educação não ajuda e reforça o individualismo, será que já não sentimos que este modelo do cuidar somente do nosso próprio “umbigo” não está dando certo?   O voluntariado como ferramenta de transformação, tem este poder oculto entre linhas, quando praticamos e somos convidados a compartilhar nossas experiencias, fazer nosso chamamento para outros é isso que estamos promovendo a coletividade cuidando da coletividade.   Este é o convite a reflexão e ao voluntariado pois não existe uma melhor escola de coletividade que esta ferramenta nos propõe, lógico que quando bem administrada e sem os vícios já citados aqui. Vamos? Mas vamos juntos.  
Célio Roberto Velho

Publicado por:

Célio Roberto Velho

Administrador, Supervisor e Colunista, do Portal Folha de Florianópolis. Imbitubense mora a mais de 27 anos na capital em Florianópolis.

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