Querida terrinha em que nascestes... Essa Catarina de marco e cuia, bola e salseiros, há “redi e balaio de pexe”, “banana e arrox”, ora “pox”... Mas tem de miados, também, por cá nos baixos dos montes de areia e terra. Mangues, campos, capoeira e rincões.
Só que persiste, de quando em “vex”, retratos e “fimage” de balaios de miados cujos componentes parecem-nos divididos em categorias. Senão vejamos essas “trêx”:
- Miados chinfrins cuja resposta social por vezes é-nos implacável, rápida, simples e sem chances; Assim como deve ser. É o que dizem.
- Miados com glamour cuja resposta social é-nos midiática, descritiva, onerosa e em capítulos, manchetes ou de “cuidados” pela privacidade tocante;
- Miados naturais cuja resposta social se faz por meio pessoal e/ou coletivo através de ong´s, mas não só.
Sobre todos esses miados recai o peso proporcional, e doutrinário até, de nossas culpas e indiferenças, omissões e ações induzidas pelos (entre nós) mais esclarecidos... da mídia social reinante nas paragens deste país.
Aos miados chinfrins a lei mais direta. E com ela o aparato da segurança eletrônica, cibernética, pessoal e corporativa traçam o detalhamento do caos urbano no espectro visionário dos bem nascidos ou “sortudos”. Vamos dizer assim...
A estes e por estes os espaços demandam investimentos e infraestrutura (pouca?!). É o que dizem nossos “amados” políticos (conterrâneos ou importados da vez...). Porém nada além do que abrigue corpos de seres que, errando por sua natureza própria nada mais precisam do que... ou já dispõem!?!
Já aos miados com glamour ... Bom, aí depende... Do melhor “avogadu”, da ótica da “conta”, da temática e dinâmica da mídia, do pedigree social e/ou familiar... Da face midiática ou não do candidato a celebridade. E, por que não? Do costão do santinho.
A estes “tadinhos” e celebrados pseudo-inocentes todo o aparato da “lei”, melhores ambientes e espaços menos sufocantes ou degradantes é bem a propósito. Sim! Barulhos?!? Nem pensar. Haja visto o “auê” contra a opressão desmedida.
Se oriundos do agro que (não) alimenta esse aprisco, ou de bancos os quais “lutam” por defender (nossos) interesses frente ao “dragão” inflacionário de sempre. Estes conhecem as vertentes do “dindim” e... tudo o mais... Se lograrem êxito no que fazem, recordes de LUCROS para eles, se não... Deixa pra lá e cá que a gente garante o pagamento desses insignificantes detalhes. Afinal de contas tudo parece movido a dinheiro alheio... O agro, os bancos, as cidades, os ressortes “essenciais”, a política, as crenças, a lei... Não, a lei e ordem é coisa da Netflix. Pão e circo são ditames da lenda urbana e da pouca cultura do povinho de nossa terrinha.
Agora aos miados naturais todo o cuidado e carinho desse povo devoto ao PET, que por sorte, humanidade ou puro glamour ao hábito “chiquê” provoca uma corrida ao “boom” que, por acaso, movimenta uns.
De qualquer forma TUDO depende do pedigree dos envolvidos nesta terrinha de ricos, pobres e enlatados que por cá aparecem...
Folha de Florianópolis
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