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Domingo, 15 de Março 2026
2026 impõe novo ritmo à construção civil brasileira

Economia
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2026 impõe novo ritmo à construção civil brasileira

Balanço de 2025 feito pela AltoQi revela como tecnologia, dados e método deixaram de ser tendência e viraram critério de sobrevivência

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A construção civil inicia 2026 sob um novo regime de exigência. Produtividade, previsibilidade e controle deixaram de ser diferenciais competitivos para se tornar requisitos básicos de permanência no mercado. A mudança é resultado direto das pressões acumuladas ao longo de 2025, ano que evidenciou, com dados concretos e prazos cada vez mais rígidos, a necessidade de evolução nos processos de planejamento e gestão da construção civil.

O custo médio da construção no Brasil fechou 2025 em R$ 1.872,24 por metro quadrado, segundo dados do SINAPI/IBGE (setembro/2025), uma alta de R$ 99,04 em relação a 2024. Mais do que um aumento pontual, o indicador refletiu a dificuldade de muitas empresas em lidar com atrasos, desperdícios e falta de integração entre projeto, orçamento e execução.

Para a AltoQi, desenvolvedora brasileira de tecnologia para engenharia e Gestão Digital da Construção, o ano marcou uma virada definitiva no setor. “A discussão deixou de ser se a tecnologia é necessária e passou a ser como aplicá-la de forma técnica, integrada e mensurável. Quem não se organizou, sentiu no prazo, no orçamento e na previsibilidade da obra”, analisa o CEO da empresa, Felipe Althoff.

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CEO da empresa, Felipe Althoff.
CEO da empresa, Felipe Althoff.

Na prática, 2025 foi o ano em que conceitos amplamente discutidos nos últimos tempos passaram a ser testados no canteiro. O BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção) saiu das apresentações institucionais e começou a orientar decisões reais de projeto e execução. A gestão digital deixou de ser vista como tendência e passou a funcionar como ferramenta de sobrevivência operacional. Ainda assim, o ritmo de adoção segue desigual: levantamento do BIM Fórum Brasil aponta que cerca de 70% das construtoras e incorporadoras ainda avançam de forma lenta na digitalização.

Os dados reforçam uma mudança de mentalidade no setor. Produtividade deixou de ser meta aspiracional e passou a ser requisito básico de competitividade. Empresas que avançaram em industrialização, modularização e métodos off-site (fabricação de partes da obra fora do canteiro) começaram a colher resultados concretos, como maior previsibilidade de prazos, redução de desperdícios e ganhos de eficiência energética e hídrica a partir da automação e do planejamento integrado.

2026: menos improviso, mais método

As projeções indicam crescimento de 2,7% para a construção civil em 2026, segundo estimativa do SindusCon-SP em parceria com a FGV Ibre. Para a AltoQi, no entanto, esse avanço não será homogêneo. “O crescimento existe, mas não será distribuído igualmente. Vai crescer quem trabalha com método, dados e integração entre projeto, obra e gestão. A era do improviso ficou para trás”, afirma Althoff.

A retrospectiva de 2025 ajuda a desenhar com clareza as prioridades técnicas que devem orientar o próximo ciclo do setor. Entre elas, a consolidação da industrialização aplicada à construção, com o uso mais frequente de painéis, estruturas metálicas, kits hidráulicos e componentes produzidos fora do canteiro, permitindo que etapas avancem em paralelo e reduzam riscos de execução.

Outro movimento irreversível é o uso de inteligência artificial como suporte à engenharia. Em vez de substituir profissionais, a tecnologia passa a automatizar tarefas repetitivas, análises de parâmetros, simulações e previsões orçamentárias, liberando tempo para decisões técnicas mais estratégicas.

O BIM, metodologia que integra em um modelo digital todas as informações técnicas de uma obra, também avança para além da modelagem tridimensional. A integração das dimensões de tempo, custo, sustentabilidade e gestão do ativo consolida a metodologia como base para obras mais eficientes, com menos retrabalho e maior controle ao longo de todo o ciclo de vida da edificação.

Conteúdo técnico como preparação para o novo ciclo

Antecipando esse cenário, a AltoQi iniciou ainda em dezembro de 2025 uma agenda de conteúdos técnicos voltados à preparação do mercado. A programação incluiu encontros online sobre industrialização de instalações prediaisaumento de produtividade no projeto estrutural e integração entre projetos e orçamento em ambiente BIM — temas que refletem as principais dores enfrentadas pelo setor no último ano.

Essa jornada culmina no Lançamento AltoQi 2026, evento digital gratuito marcado para 10 de março, quando a empresa apresentará as inovações previstas para seus softwares ao longo do ano. A programação ao vivo será organizada em três eixos centrais da engenharia: instalações prediais, gestão digital da construção e projetos estruturais.

O destaque do evento será o anúncio de um recurso inédito no software Eberick, o Nodes, que promete colocar nas mãos do projetista o poder de construir o que precisa e assim transformará a forma como projetos estruturais são desenvolvidos no Brasil.

Com sede em Florianópolis, a AltoQi soma 36 anos de atuação e é reconhecida como líder nacional em soluções para projetos de edificações e Gestão Digital da Construção. Para a empresa, a leitura de 2025 deixa uma mensagem clara: o futuro da construção já começou — e ele exige menos improviso e mais engenharia baseada em dados, tecnologia e processo.

O evento é gratuito e as inscrições já estão abertas em
👉 https://lps.altoqi.com.br/lancamento-altoqi-2026

FONTE/CRÉDITOS: divulgação
Comentários:
Sandra Domit

Publicado por:

Sandra Domit

Sandra Domit - Jornalista diplomada, com mais de 25 anos de experiência em Comunicação, atuando tanto em assessoria quanto em redações de veículos de grande circulação. Possui trajetória sólida em associações de classe, instituições públicas e...

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