Os vereadores aprovaram em plenário o Projeto de Lei n.º 19630/2025 que cria uma política voltada exclusivamente à saúde mental masculina no município. A proposta do vereador João Padilha (PL) surge para combater índices alarmantes de suicídio, que na capital catarinense atingiram a marca de 8,56 casos por 100 mil habitantes em 2024, com ampla predominância entre os homens.
O texto estabelece que o poder público deve fortalecer o acolhimento desse público por meio das Unidades Básicas de Saúde e dos Centros de Atenção Psicossocial. Entre as principais ações previstas estão a capacitação de profissionais para lidar com as especificidades masculinas e a criação de rodas de conversa que garantam o sigilo ético. Além disso, unidades que já funcionam na cidade poderão ser requalificadas para atuar como centros de referência específicos para o homem.
Um ponto central da nova lei é a prevenção em ambientes onde os homens estão mais presentes, como canteiros de obras, indústrias, quarteis e clubes esportivos. A estratégia busca quebrar a barreira cultural que afasta o público masculino dos consultórios e resulta em subnotificações de casos de depressão.
De acordo com o projeto, a execução das atividades será feita com a estrutura técnica e os recursos humanos que o município já possui. O objetivo é garantir que a política saia do papel sem criar novas despesas obrigatórias, respeitando os limites da responsabilidade fiscal enquanto promove a valorização da vida.
O texto estabelece que o poder público deve fortalecer o acolhimento desse público por meio das Unidades Básicas de Saúde e dos Centros de Atenção Psicossocial. Entre as principais ações previstas estão a capacitação de profissionais para lidar com as especificidades masculinas e a criação de rodas de conversa que garantam o sigilo ético. Além disso, unidades que já funcionam na cidade poderão ser requalificadas para atuar como centros de referência específicos para o homem.
Um ponto central da nova lei é a prevenção em ambientes onde os homens estão mais presentes, como canteiros de obras, indústrias, quarteis e clubes esportivos. A estratégia busca quebrar a barreira cultural que afasta o público masculino dos consultórios e resulta em subnotificações de casos de depressão.
De acordo com o projeto, a execução das atividades será feita com a estrutura técnica e os recursos humanos que o município já possui. O objetivo é garantir que a política saia do papel sem criar novas despesas obrigatórias, respeitando os limites da responsabilidade fiscal enquanto promove a valorização da vida.
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FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Câmera Municipal de Florianópolis. foto: Folha de Florianópolis

Folha de Florianópolis
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